CONSIDERAÇÕES INICIAIS
A Ética é um valor de suma importância para qualquer pessoa, porém muitos não conseguem assimilar e agir segundo os princípios éticos. A origem da palavra ética tem a mesma base etimológica que a palavra moral, ambas originadas da palavra grega ethos, e a da palavra latina mores, significando hábitos e costumes.

A Ética, enquanto ramo do conhecimento, tem por objeto o comportamento humano

* Graduanda do Curso de Ciências Contábeis do Instituto Cenecista de Ensino Superior de Santo Ângelo/IESA
no interior da sociedade. O estudo desse comportamento tem o fim de estabelecer os níveis
aceitáveis que garantem a convivência pacífica dentro da sociedade. Ou, ainda,
outro significado de Ética: ramo da Filosofia que opera com o que é moralmente bom ou mau, certo ou errado. A Ética diz respeito aos princípios de conduta que norteiam um indivíduo ou um grupo de indivíduos.

Giovanni Vidari, citado por Antonio Lopes de Sá (2000, p.44), observa que “a Ética é a ciência que tem por objeto essencial o estudo dos sentimentos e juízos de aprovação e desaprovação absoluta realizados pelo homem acerca da conduta e da vontade.”

Na sociedade as pessoas estão constantemente em convivência, o que as conduz a manter relacionamentos entre si. Em qualquer situação o ser humano se submete a estar com uma ou mais pessoas, e esses relacionamentos estão ligados ao comportamento humano, que, por sua vez, recebe influência das crenças e dos valores de cada um. Dessa forma, as coisas começam a ficar mais complexas, porque cada pessoa terá uma idéia do certo e do errado e assim perseguirá objetivos antagônicos, ou terá funções diferentes dentro da sociedade.

Além disso, a ética é relacionada aos valores que cada pessoa adquire no “berço”, ou seja, às influências que teve em sua vida, quer seja na família à qual pertence, na classe econômica a que está associada, quer à raça, à religião ou ao país em que nasceu. Essas chamadas condições fazem com que cada pessoa tenha valores e posicionamentos diferentes. Para ficar mais claro, cita-se o exemplo de dois juizes, um que tem origem em uma família simples e outro que é originado da elite. Cada um, para um mesmo caso, terá uma visão totalmente antagônica. É por isso que os estudiosos afirmam que cada um tem sua própria visão de vida, o que significa dizer que cada um atribuiu valores e pesos diferenciados para um mesmo fato.

No primeiro capítulo deste trabalho é ressaltada a dificuldade dos profissionais em seguirem a Ética, tanto associando a Ética aos negócios quanto no setor profissional, de forma que ela atualmente está sendo vista como um complemento entre as virtudes de uma pessoa e a competência técnica, é esse preceito que as universidades aplicam em suas salas de aula, propondo-se a formar profissionais não só competentes mas também virtuosos. Com tais valores, associados à competência profissional, o graduando encontra-se apto a reconhecer as ações antiéticas e a auxiliar a empresa na tomada de decisões corretas. E, por fim, é destacada a importância do Código de Ética que conduz o profissional no exercício de sua profissão.

Num segundo momento, é retratada a relação do profissional de Contabilidade com a Ética. É deixado explícito que a especialização vem restringindo os profissionais a áreas restritas, de maneira que a especialização pode acarretar prejuízos para a empresa, tornando-as dependentes daquele profissional, fato que ocorre porque os empresários, na maioria dos casos, não conhece a sua situação empresarial. Na relação do profissional de Contabilidade com a Ética, é destacado que a honestidade do profissional vem sendo muito valorizada, pelo fato da ocorrência de problemas de fraude em grandes empresas, deixando os empresários em estado de alerta e em busca de um profissional que preserve o sigilo nos assuntos empresariais e guarde os princípios e as convenções contábeis.

Segundo Lázaro Plácido Lisboa (1997), um comportamento contrário ao daquele que a sociedade tem por correto faz com que interesses coletivos e individuais sejam afetados pela atitude de uma única pessoa. Por esse motivo pode-se observar que o ser humano está engajado à sociedade mesmo que não queira, e, como cada um tem um posicionamento diferente, a Ética tem por objetivo entender os conflitos existentes entre as pessoas, buscando as razões de cada uma como resultado direto de suas crenças e valores, e com base nisso estabelecer tipos de comportamento que permitam a convivência de acordo com a individualidade.

Assim, a Ética é de extrema importância para a sociedade, porque sem ela é difícil a sobrevivência, já que ela estabelece limites no certo e no justo.

1 A DIFICULDADE DE SEGUIR A ÉTICA
A conduta do ser humano faz com que cada um tenha uma concepção do que pode fazer e se vai ser aceito pela sociedade e do que não se pode fazer, porque em razão dessas práticas erradas sofrerá algum tipo de sanção social. Assim, é muito interessante associarmos a Ética ao ramo dos negócios e ao setor profissional.

Conforme Laura Nash (2001), a ética nos negócios vem ganhando espaço pelo fato de estar sendo colocada lado a lado com os problemas gerenciais. A mídia vem dando enfoque a qualquer problema de desvio de conduta e, por esse motivo, as empresas estão dando extrema importância aos códigos de conduta, que passaram a ser norma que deve ser seguida.

Patrícia Almeida Ashley, comentando a importância da Ética na atualidade, afirma

Neste sentido, podemos dizer que um dos efeitos da economia global é a adoção, por todo o mundo, de padrões éticos e morais mais rigorosos, seja pela necessidade das próprias organizações de manter sua boa imagem perante o público, seja pelas demandas diretas do público para que todas as organizações atuem de acordo com tais padrões. Valores éticos e morais sempre influenciaram as atitudes das empresas, mas estão se tornando, cada vez mais, homogêneos e rigorosos, (2002, p.52).

Os desafios que traz o mercado fazem com que haja uma integração entre moralidade pessoal e preocupações gerenciais, isso porque a concorrência entre os profissionais faz com que exista a exigência de profissionais aptos, em que se possa confiar. Hoje em dia, o profissional com desempenho honesto está em alta e se começa a dar mais valor às qualidades de conduta, em conjunto com as de competência.

Todos os administradores aprendem na universidade que a ética está acima de tudo. Só que, infelizmente, nem todos os empresários concordam em que a ética é um valor que pode ajudar no desenvolvimento da empresa. Como foi assentado anteriormente, os profissionais éticos estão sendo ferrenhamente disputados pelas empresas. Dessa forma, tem-se a ilusão de que as empresas de todo o mundo já entenderam isso. Porém, não se deve tirar apressadamente essa conclusão, porque ainda não estamos vivendo no “mundo das maravilhas” e ainda existem muitas empresas que desconsideram os valores do bom senso e fazem com que seus profissionais tenham que praticar delitos, muitas vezes contra a sua própria vontade, em busca de melhores resultados financeiros.

Lisboa (1997, p.81), em uma de suas afirmações sobre as práticas antiéticas lembra, que “o profissional, especialmente quando na condição de empregado da empresa, não deve deixar que sua eventual dependência econômica do empregador o obrigue a divulgar informações não verdadeiras.”

A ameaça de perder a estabilidade profissional pode ser uma arma a favor do empregador que quer corromper seu empregado. Contudo o empregado deve ser conhecedor dos valores que acredita serem os eticamente elegíveis e tomar a atitude que o deixe com a consciência tranqüila.

Como o ser humano está sujeito a cometer erros, segundo Nash é importante ressaltar as seguintes perguntas para o reconhecimento das práticas antiéticas, e as fronteiras do certo e do errado:

Isso é certo?
Isso é justo?
Estou prejudicando alguém?
Eu poderia divulgar isso para o público ou para alguém respeitado?
Eu diria a meu filho para fazer isso?
Isso passa pelo teste do “mau cheiro”?, (2001, p.114).

Essas questões ajudam a refletir na tomada de decisão, pois hoje em dia avalia-se melhor a “empresa” que valoriza a moral e a ética e utilizam desses instrumentos em seus negócios, sendo essas as organizações que estão ganhando o mercado.

É inevitável que ocorram erros e estes, se acontecerem, propõe-se que não sejam corrigidos com outros erros, porque educação não deve seguir o caminho da intimidação, mas sim a do estímulo, do chamamento à realidade de vida. Esse chamamento pode ser feito através de programas instalados na empresa e que façam o funcionário sentir-se em casa, valorizando o bem-estar das pessoas.

Sabendo que é inevitável que ocorram erros, Lisboa assim escreve:

Não se acredita que qualquer pessoa é completamente ética todo o tempo. Tais pessoas, se existirem, excedem tudo o que se conhece sobre a personalidade humana. Como profissionais e cidadãos, precisa-se agir tão eticamente quanto possível para causar um mal mínimo e promover o bem-estar social, (1997, p.130).

Partindo desse ponto, verifica-se a importância de um código de ética profissional, que é o instrumento regulador a definir as relações de valor que existem entre o ideal moral traçado e os diversos campos da conduta humana.

Por isso, é importante ressaltar que o código de ética profissional tem por objetivo formar a consciência profissional sobre padrões de conduta, além de ter a função de coibir procedimentos antiéticos, visando a encorajar o sentido de justiça e decência em cada membro do grupo organizado.

Um exemplo interessante sobre um dilema ético é o seguinte: determinado auditor independente foi escalado por seu gerente de auditoria para auditar as contas de uma empresa na qual tem relações de parentesco com o presidente. Ao aceitar tal tarefa, o profissional estará agindo de acordo com a crença de que ele consegue separar assuntos pessoais dos profissionais e que, portanto, não há nada de errado em auditar as referidas contas.

No entanto, o comportamento esperado do auditor é de que ele recuse o serviço, pois a sociedade entende que a desvinculação entre o executor dos serviços de auditoria e o presidente da empresa é essencial, porque aquele deverá emitir parecer absolutamente isento sobre a veracidade ou não dos dados contidos nos relatórios auditados. À luz da ética profissional, portanto, o auditor deve solicitar que seja substituído, comunicando as razões ao gerente de auditoria. Desse modo, ele estará agindo de acordo com a crença difundida de que esse é o procedimento correto.

Assim como aconteceu com o auditor, qualquer profissional pode passar por essa situação, e na maioria dos casos os profissionais reconhecem como errada essa visão que a sociedade tem de que assuntos pessoais e profissionais estão interligados. Tais profissionais acreditam que são capazes de separar os assuntos pessoais dos de natureza profissional, porém acabam aderindo à convenção social, inclusive porque até algumas leis expressam como prática anulável pareceres que sejam dados por profissionais a algum parente. É o que ocorre nos serviços cartoriais: é aconselhável que quando familiar do tabelião faz algum documento, a este seja dada a fé pública por um tabelião substituto, ou por escrevente, para garantir a isenção no documento, e para não ocorrer o risco de anulação.

É interessante que, com o passar dos anos, essas crenças sejam mudadas porque a vida pessoal e a profissional de uma pessoa não se confundem, e os profissionais estão aptos a separá-las.

2 O PROFISSIONAL DE CONTABILIDADE E A ÉTICA
Com o desenvolvimento da ciência contábil e autarial, os profissionais devem dedicar-se à especialização, tendo preocupações limitadas por campos específicos do conhecimento e conhecimentos destinados a atender a necessidades também específicas, para terem maiores oportunidades no mercado de trabalho. Segundo Lisboa (1997), ainda que a especialização tenha contribuído para o desenvolvimento da espécie humana no que diz respeito ao comportamento ético dos profissionais, ela traz consigo algumas particularidades que podem acarretar prejuízos para a sociedade, ou, mais especificadamente, para quem necessita de um especialista.

Isso ocorre porque os empresários que necessitam de alguém especializado ficam dependentes daquele profissional, pois não conhecem a atividade e, portanto, não conseguem avaliar se o seu trabalho está sendo realizado da maneira que se espera. Em outros termos, esses empresários não sabem avaliar se as regras estão sendo cumpridas adequadamente.

Considerando a situação privilegiada que cada profissional especializado tem no meio em atua, é de se entender que as oportunidades para desrespeitar as regras surjam inúmeras vezes. Porém, não é porque existem mais oportunidades de praticar a má ação que o profissional deve se aproveitar dessa situação, mesmo porque os riscos continuam a existir e não se deve esquecer que nenhum profissional, por mais especializado que seja, não é o único, sempre havendo alguém capaz de avaliar sua performance. Sá (2000), versando sobre a ética profissional e a profissão contábil, explica que a profissão contábil é uma atividade exercida nas células sociais, com o objetivo de prestar informações e orientações baseadas na explicação dos fenômenos patrimoniais, trabalhando no sentido de cumprir deveres sociais, legais, econômicos, assim como servir na tomada de decisão, desse modo conduzindo à eficácia e levando ao bem-estar das nações e das comunidades.

O contabilista tem uma enorme responsabilidade sobre as tarefas que desempenha. Por isso, é necessário a ele ter uma consciência profissional bem formada e que, em conjunto com as virtudes que possui, possa guiar seu trabalho de modo ética e moralmente bem assentado. A profissão de um indivíduo, quando bem desempenhada, permite que ele receba, em troca, a admiração de outras pessoas, construindo assim uma imagem. A imagem, para qualquer profissional, é muito importante, pois exige anos de trabalho e de dedicação para sua construção, e a ética, por sua vez, está associada a essa construção da imagem, podendo ser destruída por qualquer fato cometido de maneira impensada.

Por isso, o profissional que faz uso de pareceres, laudos, estudos e planos legais para propiciar a eficácia na utilização da riqueza torna-se um profissional com imagem de destaque no meio social.

Sá (2000) considera ainda que o valor profissional deve fazer-se acompanhar de um correspondente valor ético, para que exista uma integral imagem de qualidade. De que adianta um profissional ético sem competência ou um profissional competente sem valores éticos, já que essas duas virtudes se complementam? Quando há só competência técnica e científica e não existe conduta virtuosa, a tendência é de que o conceito no campo do trabalho possa abalar-se, notadamente em profissões que lidam com maiores riscos, fato que acontece porque, tendo competência técnica e científica, o profissional pode usá-la de forma ilícita, prejudicando a empresa e a sociedade. No entanto, se existe somente a conduta virtuosa, a empresa tem chances de, através de treinamentos, transformar o profissional, conseguindo, em alguns casos, claro, se existir interesse do profissional, conciliar a conduta virtuosa e a competência.

Com a entrada em vigor do Código Civil Brasileiro, o profissional de contabilidade foi fortemente responsabilizado conforme parágrafo único do artigo 1.177 daquele diploma legal:

“No exercício de suas funções, os prepostos são pessoalmente responsáveis, perante os preponentes, pelos atos culposos; e, perante terceiros, solidariamente com o preponente, pelos atos dolosos.”

Tal responsabilização significa dizer que o contabilista é, juntamente com o proprietário da empresa, responsável por qualquer ato que seja praticado fugindo às regras da legislação. Desse modo, é necessário que, se o proprietário da empresa pretender obrigar o contabilista a praticar atos que infrinjam a lei, este, por sua vez, deve alertar que qualquer ato praticado culposa ou dolosamente poderá acarretar a ele a decadência de sua imagem profissional.

A profissão, pois, pode enobrecer pela ação correta e competente e pode também ensejar a desmoralização, através da conduta inconveniente, com a quebra de princípios éticos. Lisboa (1997) destaca que o contador desempenha função relevante na análise e no aperfeiçoamento da ética na profissão contábil, pois sempre está às voltas com dilemas éticos, nos quais deve utilizar-se, na plenitude, de sua soberania, de seu papel de profissional independente. Ressalta ainda Lisboa (1997) que, na profissão contábil, uma das qualidades mais observadas é a honestidade, porque através dela percebe-se que o profissional fala e pratica sempre a verdade. É uma garantia de que os assuntos tratados terão o sigilo preservado. Mas estão em destaque outros requisitos para um bom profissional contábil, como a competência, que destaca a habilidade na produção de informação; a produtividade, que consegue otimizar o tempo disponível para a produção de informação e de qualidade; a sociabilidade que define como o profissional se relaciona com cliente.

Para ser ético é necessário que o profissional tenha algum tipo de fé, ou seja, que acredite em algum valor intangível, de alto significado moral, como bondade, caridade, sinceridade, honestidade.

No caso de uma sociedade anônima, por exemplo, o contador tem a obrigação de zelar pelos interesses tantos dos acionistas majoritários quanto dos minoritários, não fazendo distinção da qualidade da informação prestadas a cada um desses grupos.

O conhecimento público de atos de desonestidade e de fraudes executadas por profissionais de contabilidade é desconcertante. Um clima de desconfiança pública toma conta quando um acontecimento desses se torna de conhecimento público, conforme observa Lisboa (1997).

O contador deve defender abertamente os princípios e os valores éticos aplicáveis a sua profissão, de tal modo a produzir uma imagem verdadeira e que constitua uma nova geração de profissionais.

CONSIDERAÇÕES FINAIS
De que maneira conseguiremos levar a ética para dentro de nossa prática profissional? É uma tarefa difícil, mas não é impossível, porque vem se verificando que nos últimos tempos, em todos os setores profissionais, a ética está sendo mais valorizada, porque através dela pode-se conhecer o profissional que é realmente competente.

Pode-se, pois, chegar a diversas conclusões sobre a Ética e o seu relacionamento com o mundo.

A Ética tem por objeto o comportamento humano e tenta estabelecer uma distância entre o certo e o errado e também conduz as pessoas a seguir uma determinada linha de comportamento, que é tida como a certa pelo restante da sociedade.

Claro está que é difícil ser totalmente ético e existe tal dificuldade porque por muito tempo os empresários não se importavam com os atos que se praticavam dentro da empresa, ignorando se eram éticos ou não, pois era desejada somente a obtenção do lucro. Contudo hoje já estão ganhando espaços aquelas empresas que reconhecem os valores morais e éticos de seus profissionais.

Na contabilidade não é diferente. Atualmente, nessa área, vem sendo exigido o máximo de ética para os profissionais. Isso ocorre pelo fato de o contador trabalhar com números e com valores, ensejando que seja uma profissão com maiores facilidades para que ocorra algum desvio de conduta. Por isso, a honestidade é a primeira boa impressão que se tem do profissional ético, pois através dessa virtude analisa-se e valida-se o caráter do profissional.

Para levar a ética para dentro de nossa prática profissional é preciso que as universidades conscientizem seus acadêmicos a praticarem qualquer atividade com o máximo de cuidado e eficiência e para que desempenhem habilidades técnicas e científicas em conjunto com valores éticos. As universidades têm o dever de trabalhar a consciência de seus acadêmicos para que eles não sigam um caminho desviado.

Além das universidades, a valorização da ética e da moral são funções das empresas, e as mesmas precisam conscientizar-se de que o profissional deve exercer uma atividade em que não se criem problemas para a sociedade em geral.

Felizmente, hoje já podemos perceber que a ética está transformando aos poucos a vida na sociedade. As grandes empresas começam a dar maior valor aos profissionais que procuram desempenhar, na medida do possível, uma ação profissional transparente e virtuosa.

E, para concluir as idéias deste artigo, deve-se enfatizar bastante que é de extrema importância uma conduta virtuosa, em conjunto com competência profissional, porque o mercado pode estar acirradamente concorrido, mas para profissionais com esse conjunto de virtudes as portas se abrem, porque são raros aqueles que conseguem fazer com que o dinheiro e o poder não lhes subam para a cabeça e destruam sua conduta virtuosa.

Portanto, a união da ética e da competência é um dos grandes segredos para o sucesso profissional.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ASHLEY, Patrícia Almeida (coord.). Ética, valores e cultura: especificidades do conceito de responsabilidade social corporativa. In: ______. Ética e Responsabilidade Social nos Negócios. São Paulo: Saraiva, 2002.

BRASIL. Novo Código Civil Brasileiro. Brasília: Senado Federal, 2002.

LISBOA, Lázaro Plácido (coord). Ética Geral e Profissional em Contabilidade. 2.ed. São Paulo: Atlas, 1997.

SÁ, Antonio Lopes de. Ética Profissional. 3.ed. São Paulo: Atlas, 2000.

NASH, Laura. Ética nas empresas- Guia Prático para soluções de problemas éticos nas empresas. São Paulo: Makron Books, 2001.

VIDARI, Giovanni. Elementi di etica. In: SÁ, Antonio Lopes de. Ética Profissional. 3.ed. São Paulo: Atlas, 2000.

Autor: Daiane Ribas
Contato:
daiaribas@yahoo.com.br

 

Bacharel em Ciências Contábeis, pelo IESA em Santo Ângelo, RS, trabalho na UNIDERP Interativa, em São Luiz Gonzaga, RS.

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